"Onde o amor impera, não há desejo de poder; e onde o poder predomina, há falta de amor. Um é a sombra do outro." (Jung) "Não existe amor... Só existem provas de amor..." (Titãs) "Não importa se você é letrado ou não. O que importa é se você vive aquilo que você fala." (Teatro Mágico)
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Fw: Seminario: Arte, identidade e cosmovisão indígena
É claro que me lembro de você, e com muita saudade também. Obrigado pelo envio do convite da Semanas Latinas. Estou divulgado onde posso.
Um grande abraço!
Prof. Dioney
Sent: Friday, October 31, 2008 2:41 PM
Subject: Enc: Seminario: Arte, identidade e cosmovisão indígena
Olá Dioney, Tudo bem? Lembra de mim? Patrícia Firmina, sua aluna de Introdução à Lingüística do semestre passado. Preciso de um grande favor seu: se possível, divulgar o convite Semanas Latinas, em anexo, no grupo yahoo. Trata-se de um Seminário Internacional que ocorrerá no Auditório Dois Candangos da Fac. de Educação da UnB no dia 12 de novembro sobre arte, identidade e cosmovisão indígena. Muito obrigada!!! Patrícia Firmina P.S.: Saudade das suas aulas!!! Semanas Latinas Arte, identidade e cosmovisão indígenaSeminário InternacionalInscrições gratuitas : de 29/10 a 11/11, no Interfoco - UnB,Prédia Multiuso I, bloco A, Sala AT-57/7. Campus Universitário Darcy Ribeiro.Telefones: 61 3307-3329 e 3307-2884Dia 12 de novembro de 2008Auditório Dois Candangos da Fac. de Educação da UnB.Manhã 9h - Abertura9h15 - Experiências EducacionaisPanamá: Dr. Eládio Richards, Universidad de Panamá -Experiência do povo Kuna e o planejamento da proposta curricular e sua implementação;Brasil: Gersem José dos Santos, Coordenador Geral de Educação Escolar Indígena do MEC -A experiência brasileira em Educação Escolar Indígena;Bolívia: Embaixador Fernando Huanacuni Mamani, Diretor Geral do Cerimonial do Estado da Bolívia -A educação indígena e os meios de comunicação.Moderadora: Dra. Vera Catalão, UnB.Tarde 14h30 - Cosmovisão IndígenaVenezuela : Dr. Ronny Velásquez, Universidad Central de Venezuela -Cultura dos povos indígenas da Venezuela e suas relações ancenstrais;Brasil : Dr. Stephen Grant Baines, UnB - Cosmovisão e arte indígena no mundo contemporâneo.Moderador: Marcos Terena, Diretor do Memorial dos Povos Indígenas.16h - Intervalo16h15 - Identidade e CulturaBrasil : Dr. Cristian Teófilo da Silva, Ceppac/UnB -O índio na imaginação nacional da América Latina;Bolívia : Lic. Marcelo Zaiduni Salazar Yupanqui -Chefe da Unidade de Assunstos Culturais do ministério das Relações Exteriores da Bolívia -Cultura e cosmovisão andina.Moderadora: Dra. Geralda Dias Aparecida, CAL/UnB.Realização Casa da Cultura da América Latina / Decanato de Extensão da UnB; Memorial dos Povos Indígenas; Embaixadas da Bolívia, Panamá e Venezuela |
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domingo, 19 de outubro de 2008
Fw: Conheça o novo iDicionário Aulete
From: lancamento@aulete.com.br <lancamento@aulete.com.br>
Date: 2008/10/18
Subject: Conheça o novo iDicionário Aulete
To: virgilioalm@gmail.com
Prezado leitor e colaborador,
Com o objetivo de simplificar o acesso e melhorar o serviço prestado pelo nosso Dicionário, lançamos hoje a 1ª versão beta (experimental) do nosso iDicionário Aulete, acessível diretamente do seu navegador de internet, na URL www.aulete.com.br ou por meio do seu telefone móvel (e PDA) na URL www.mobi.aulete.com.br
Você faz parte do seleto grupo para o qual hoje oferecemos, em primeira mão, o primeiro dicionário brasileiro de acesso livre, gratuito e interativo da língua portuguesa. O iDicionário Aulete, "pai dos dicionários contemporâneos", é o maior dicionário em conteúdo, com 818 mil verbetes, definições e locuções.
- Entre as novas funções desenvolvidas, destaca-se o acordo ortográfico da língua portuguesa. Apresentamos a íntegra da norma publicada, assim como um texto e uma tabela explicativa, clara e simples, que desmistifica as dificuldades embutidas na norma.
- Para simplificar as consultas durante o período de transição e adaptação às novas regras, optamos por manter a busca na antiga ortografia, que remeterá ao verbete, onde se registra a palavra com a modificação ortográfica, como era e como é hoje, e todas as definições já grafadas na nova ortografia.
- Também merece destaque o "Aulete Coletivo", uma versão básica, editável, do dicionário, que funcionará como espaço aberto para discussão em torno de palavras e significados, onde os verbetes poderão ser criados, editados e discutidos pelos usuários, interativamente.
- No site está disponível um prático e funcional "gadget" para os usuários do Windows Vista e um 'link' para instalação da pesquisa instantânea do iDicionário Aulete nos navegadores Internet Explorer e do Firefox.
A língua é sua e queremos que esteja ao seu alcance conhecê-la melhor. Aproveite-a, expresse suas idéias e capriche nos seus textos e falas.
Contamos com sua colaboração para testar esta nova versão através de comentários, críticas e sugestões.
Faça bom proveito, interaja e contribua à vontade. Aguardamos seus comentários para aprimorar o nosso iDicionário Aulete, uma ferramenta destinada a quem deseja se expressar bem e conhecer a nossa língua.
Atenciosamente,
Equipe editorial do Aulete Digital.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Fw: DIA DO PROFESSOR
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Re: Bonificacao por atingimento de metas nas escolas
----- Original Message -----From: Ricardo TadeuTo: DioneySent: Wednesday, October 15, 2008 8:17 PMSubject: Bonificacao por atingimento de metas nas escolasFala cunhado,
Hoje, o governador Arruda assinou um decreto que permite distribuir bonificações em dinheiro para os funcionários e professores das escolas que tiverem as melhores notas nas avaliações do MEC. Quer dizer, as metas, que já vinham sendo cobradas em rankings divulgados pela SE do DF, agora vão se tornar dinheiro. Os estudantes, em vez de educandos, passam a ser produtos. Coisas, como ortografia, religião e tabuada vão ser mais importantes do que a visão crítica. Os "bons alunos", como os professores adoram, vão ser valorizados. Os "maus alunos", aqueles marcados, vão se tornar um problema! As escolas vão querer se livrar deles. É muito ruim você ir a uma reunião e ver seu filho sendo elogiado e os filhos de outros pais sendo criticados, como se eles fossem os problemas. É isso que dá um governador de direita nazista e separatista do DEM colocar como secretário de educação o seu antigo professor e líder espiritual. Um secretário que exige que a educação religiosa seja obrigatória, contrariando os princípios laicos de nossa educação. Véi, vou ter que tirar meu filho da escola pública. Está ficando uma merda isso. Viva a provinha Brasil, viva o IDEB!!! Coloca esse texto lá no seu blog!
Ricardo
[]s
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Software interpreta a "fala" dos animais
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quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Fw: Fw: O USO DA "Ç" EM MUÇARELA
Só falta agora virem me diser que eu paçei a vida inteira escrevendo e lendo
as palavras da língua portugueza da forma como não deveriam çer çegundo o
Houais.
Valha-me, Deus!
Abrassos
Carol
Em tempos de mudanças na ortografia, que são extremamente questionáveis do ponto de vista do Letramento, segue um texto para reflexão sobre a grafia das palavras, a qual NÃO faz parte do sistema lingüístico natural de um povo...Abraços.DioneySent: Tuesday, September 30, 2008 12:21 PMSubject: O USO DA "Ç" EM MUÇARELA
O USO DA "Ç" EM MUÇARELA
É muçarela. Assim, com ç. Ou mozarela. O assunto foi questão de concurso promovido pela prefeitura de Jundiaí. Ninguém acertou. Candidatos a vaga no serviço público recorreram. Foram a especialistas e tribunais. Em vão. O Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa e os Aurélios da vida registram a forma exigida pelo gabarito.
Até então, a polêmica estava restrita à cidade paulista. Com a divulgação, ganhou notoriedade. Leitores de Europa, França e Bahia reagiram. Alguns ameaçam cancelar a assinatura do jornal caso as colunas insistam com a escrita estranha. Outros passaram a fiscalizar cardápios de pizzarias. Se o menu desobedece ao paizão, os fiscais da língua têm duas respostas. Uma: exigem a correção. A outra: ameaçam não pagar a conta. Há, também, os desgostosos. É o caso do editor Leozinho:
– Muçarela com ç? Cruz-credo! Tira a graça da pizza.
O Luiz, colega do Leozinho, radicalizou:
– Desde que soube da novidade, deixei de comer pizza.
Preocupados com a repercussão no comércio e na dieta dos brasileiros, os editores suplicaram:
– Pelo bem de todos e felicidade geral de pizzaiolos e comilões, repita a coluna. Assim, ficará clara uma verdade.
A grafia é convenção. Não interfere no sabor da delícia que veio da Itália e virou preferência nacional.
Pedido de chefe é ordem. Como diz o outro, manda quem pode. Obedece quem tem juízo. Eis o repeteco.
Concurseiros em polvorosa
Os concursos estão em alta. Com razão. Submeter-se a processo seletivo é a forma mais democrática de conseguir emprego. Os aprovados entram no serviço público pela porta da frente. É uma glória. Adeus, pistolão! Adeus, favores políticos! Outro dia, a Prefeitura de Jundiaí abriu concurso para o cargo de educador social. A turma ficou em polvorosa. Varou noites e noites debruçada nos livros. No dia da prova, estava afiada que só. Mas uma questão levantou polêmica na cidade. Cobrava a grafia correta do queijo que faz a festa das pizzas. Qual é ela?
a. Mussarela
b. muçarela
A polêmica
Segundo o dicionário Houaiss, a grafia correta é com ç. (Também existe a forma mozarela.) Estranheza e revolta tomaram conta do candidatos. Pelo menos 50 participantes entraram com recurso para reclamar da questão. Mas as queixas provavelmente serão vãs. João Celso Neto dá notícias do vaivém da polêmica.
Autor do livro Gramática do português culto falado no Brasil e professor de língua portuguesa da USP, Ataliba Castilho estranhou a grafia da palavra com ç. "Eu mesmo achei que fosse com ss. Sempre escrevi e li desse jeito. Estou surpreso", disse. O professor fez questão de consultar o Houaiss para constatar que sua antiga "mussarela" estava errada.
Para ele, a confusão é comum devido à origem do vocábulo. "Em italiano, ele é escrito mozzarella, com zz, por isso as pessoas costumam fazer a tradução do jeito mais próximo ao cotidiano.
Mas a palavra já foi aportuguesada", explicou. Castilho deu exemplo da palavra pizza, que, diferentemente do queijo, mantém a grafia italiana.
Poucos entendem tanto de queijo quanto Severino do Ramo Santos Soares, 33 anos. Há 15 anos ele trabalha como pizzaiolo e manuseia cerca de 40 quilos de muçarela por dia. "Nunca tinha ouvido falar que é com ç. Nos cardápios dos lugares em que trabalhei sempre estava com ss e, graças a Deus, ninguém reclamou. Nem da gramática, nem do gosto da minha muçarela", brincou.
O gerente do restaurante Vesúvio, Rogério Antônio Fuziger, também estranhou a forma correta. Em sua pizzaria, o cardápio informa "mussarela", do jeito considerado errado. "Ninguém disse nada. Até poderia mudar e colocar com 'ç'. Mas aí sim o pessoal iria reclamar", brincou.
É isso, leitor. A língua tem razões que a própria razão desconhece.
Recado
"A linguagem tem de vestir roupa domingueira."
Guimarães Rosa
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Mirley Piretti
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Caroline Rodrigues Cardoso
http://carolinguista.blogspot.com
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