sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Fw: dioney lhe enviou uma notícia da UnB

 

UnB Agência


Olá dioney98@unb.br,
Esta notícia foi enviada por dioney (dioney98@unb.br)


25/09/09 21:15
Movimento de alunos suspende aulas de deficientes auditivos

Estudantes de Serviço Social ocupam desde quarta-feira sala equipada para ensino de libras
Leia a matéria completa.
http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=2390

Secretaria de Comunicação da UnB
:: Telefones (61) 3307 2029, 3307 2028, 3307 2246 :: Fax (61) 3307 2637
:: E-mail secom@unb.br

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Re: Preconceito contra índios na literatura!

Rafaella,
É assustador que alguém tenha escrito isso a título de obra científica. Como existem pessoas preconceituosas que se julgam competentes para assuntos tão delicados como esse.
Obrigado por compartilhar.
Um abraço,
Prof. Dioney
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, September 15, 2009 8:50 PM
Subject: Preconceito contra índios na literatura!

Professor, sou sua aluna de Introdução À Linguística, e estava lendo um texto para uma disciplina intitulado: A língua do Brasil, de Gladstone Chaves de Melo, especificamente o capítulo 3, que se dedica è influência tupi na língua portuguesa. O livro é de 1971, e me fez lembrar daquele mito de que "existem gramáticas rudimentares, línguas primitivas". Eis aí um trecho preconceituoso do autor:

   "O contato do tupi com o português se deu em circunstâncias bem outras. A língua indígena era pobre, simples, rudimentar, sem passado literário, era instrumento de um povo rude, de cultura primitiva. Ao invés, o português era rico, complexo malevável, possuidor de uma tradição literária.
    Esta língua superior era a dos invasores e dos dominadores. Passada aquela preponderância inicial de uso do tupi, o português entrou a desenvolver sua força de expansão. Resultado: as populações que tinham o tupi como lingua materna passaram a falar o portuguÊs, isto é, abandonaram a sua língua e adquiriram uma nova." pág 51.

   " Depois, o português, reagiu e a língua incomparavelmente mais evolvida e mais rica do que o tupi, instrumento que era de uma cultura consideravelmente superioi, rápido desterrou a língua indígena, que hoje é falada apenas por reduzidas populações da Amazônia." Pág. 32


Ao longo do texto ele cita um autorque afirma que os brasileiros que não falavam a palavra PESSOA como os portugueses, [p'ssoa], mas falavam PESSOA, falavam a língua incorretamente, "...com a mesma incorreta pronúncia do mameluco de outrora, reflexp da linguagem doméstica da mãe índia..."

Um absurdo, não?


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Fw: Línguas indígenas ameaçadas de extinção no Brasil

Colegas,
Repasso link bastante interessante:
 
Um abraço,
 
Dioney
 
 

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Fw: [InfoUnB] Palestra Professora Stella Bortoni

----- Original Message -----
From: " COMISSAO UNB 50 ANOS DE BRASILIA " <unb50anosdebsb@unb.br >
Sent: Wednesday, September 02, 2009 8:20 PM
Subject: [InfoUnB] Palestra Professora Stella Bortoni


>
> O Magnífico Reitor, Prof. José Geraldo de Sousa Junior, tem o prazer de
> convidar a comunidade da UnB: professores, técnicos-administrativos e
> estudantes para a Palestra "O falar Candango" que será ministrada pela
> Profª Stella Maris Bortoni no próximo dia 18 de setembro (sexta-feira) às
> 15 horas no Auditório da Reitoria.
> O evento insere-se no âmbito das ações da Comissão "UnB 50 anos
> de Brasília",criada em 30 de abril de 2009 com a finalidade de organizar
> uma programação de eventos que coloquem nossa Instituição na pauta das
> solenidades e festividades que comemorarão o jubileu da capital do país.
>

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Re: PORTAL CAPES - IMPORTANTE

Excelente notícia, Silvio! Vou compartilhar com seus colegas e outros alunos agora mesmo.
Um abraço,
Dioney
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, September 01, 2009 7:23 PM
Subject: PORTAL CAPES - IMPORTANTE

Dioney,

Amigos me encaminharam o e-mail abaixo. Talvez você tenha interesse em divulga-lo.

Silvio.



Divulguem.

Você sabia que o governo brasileiro mantém um portal, denominado CAPES, de
acesso a diversos periódicos científicos nacionais e internacionais,
GRATUITAMENTE?

Através desse portal, qualquer estudante universitário ou mesmo
profissionais das mais diversas áreas, seja de ECONOMIA, DIREITO,
PSICOLOGIA, COMPUTAÇÃO, ENGENHARIAS, ODONTOLOGIA, MEDICINA, (praticamente
todos os segmentos), sem qualquer custo, pode fazer pesquisas objetivando
enriquecer suas monografias, mestrado, doutorado ou qualquer trabalho
escolar. Observe que, sem esse portal, você teria que pagar em dólares,
cerca de $ 1.99 a $ 20.00 por artigo pesquisado.

INFELIZMENTE, devido a baixa procura por este sítio e o alto custo de sua
manutenção pelo governo brasileiro, este poderá desativá-lo brevemente.
Realmente a procura é muito baixa para a amplitude a que se propõe, isto
porque o mesmo não é divulgado.

A maioria dos estudantes universitários brasileiros e estudiosos desconhece
a existência deste portal que é uma fonte riquíssima
de conhecimento científico.

Até hoje ele foi alvo de um seleto público, quando deveria estar no
dia-a-dia das faculdades brasileiras favorecendo a qualquer estudante nas
suas pesquisas.

Para que o mesmo continue ativo, divulgue-o junto a seus amigos, familiares
e, se for o caso, imprima uma cópia deste e-mail e envie para as faculdades
ou universidades de sua cidade.

O endereço do portal CAPES é:
http://www.periodicos.capes.gov.br

VAMOS DIVULGAR PARA TODOS OS BRASILEIROS.
BONS ESTUDOS.

sábado, 22 de agosto de 2009

Dicionário Caldas Aulete (de graça)

Caros colegas e alunos,
Temos à disposição um dicionário gratuito na internet. Nele, também encontramos um bom resumo das novas regras ortográficas:
Um abraço,
Prof. Dioney

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Artigo Interessante em ADUnB - Seção Sindical do ANDES-SN

Eis aí uma notícia nobre vinda do nosso legislativo...Coisa rara...
Um abraço,
Dioney
 
Aqui está um artigo interessante que eu achei em ADUnB - Seção Sindical do ANDES-SN:  http://www.adunb.org.br/modules/news/article.php?storyid=5289

sábado, 15 de agosto de 2009

violência contra docentes

Toda forma de agressão deve ser banida de nossas escolas. Como educadores, devemos repudiar a atitude dessa mãe de aluno. Que péssimo exemplo ela deu para sua filha...
Um abraço,
Prof. Dioney
 
----- Original Message -----
From: Dioney
Sent: Saturday, August 15, 2009 6:42 PM
Subject: Dioney lhe enviou uma notícia do G1

G1
Olá dioney98@unb.br,
Esta notícia foi enviada por Dioney (dioney98@unb.br)



15/08/2009 12:55


'Levei mais de 20 tapas no rosto', diz professora agredida por mãe de aluna

Caso ocorreu no maior colégio estadual de Santa Catarina. Professores não deram aula na sexta como forma de repúdio.
LINK DA NOTÍCIA
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1268291-5604,00.html

terça-feira, 28 de julho de 2009

domingo, 26 de julho de 2009

Seminário "A Língua de Eulália" UnB-2009 Grupo do Teatro

Mais um excelente seminário apresentado na disciplina Introdução à Linguística, turma D. A criatividade e a críticidade juntas resultam em trabalhos como este!
Um grande abraço ao grupo!
Dioney

Seminário "A Língua de Eulália" UnB-2009

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Fw: [etnolinguistica] Resumo 1131

Agência Fapesp

Pesquisadores apresentam dados sobre as línguas nativas ainda
faladas no Norte do país - com o respectivo número de falantes
identificados - e destacam a importância e dos desafios de documentar,
preservar e revitalizar a diversidade desses idiomas.

Das cerca
de 150 línguas nativas atualmente em uso no Brasil - aquelas empregadas
tradicionalmente por povos indígenas antes do contato com os
não-indígenas -, pelo menos 21% estão seriamente ameaçadas de
desaparecer em curto prazo, devido ao número reduzido de falantes e à
baixa taxa de transmissão para novas gerações, segundo pesquisadores.

Um
caminho para tentar reverter esse quadro seria a formulação e aplicação
de uma Política Linguística e Científica. Essa foi uma das principais
conclusões da mesa-redonda "Línguas Nativas da Região Norte:
perspectivas para a sua documentação, manutenção e pesquisa", realizada
na 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da
Ciência (SBPC), em Manaus.

De acordo com os participantes, essa
política poderia contribuir para: definir parâmetros de documentação
(trabalhar por família linguística ou por áreas etnográficas como a
calha dos rios, por exemplo, seguindo o que pensam os falantes ou
membros dos povos envolvidos); criar mecanismos que ajudem a suprir a
falta de recursos humanos interessados nessa área de pesquisa; e
promover a valorização das línguas nativas, contribuindo com o
desenvolvimento de estratégias de transmissão desses idiomas.

"O
processo de documentação é fundamental para ampliar o conhecimento
sobre a diversidade e transmissão das línguas nativas", destacou
Frantomé Pacheco, professor do Departamento de Antropologia da
Universidade Federal do Amazonas, que presidiu a mesa-redonda.

Para
Dennis Albert Moore, curador da Coleção Linguística e coordenador da
área de linguística do Museu Paraense Emílio Goeldi, um dos desafios da
documentação é que idiomas que são registrados como diferentes às vezes
são dialetos de uma mesma língua, reflexo de divisões étnicas e
políticas.

Moore, que contribuiu com a produção de um atlas das
línguas em extinção, usa como exemplo o caso da família linguística
Mondé, do tronco Tupi. "A fala dos Gavião, de Rondônia, e a fala dos
seus vizinhos Zoró são geralmente listadas como línguas distintas,
quando, na realidade, são dialetos tão próximos como o português de
Salvador e o português do Rio de Janeiro", disse.

Em artigo
publicado na revista Scientific American, em setembro de 2008,
intitulado O desafio de documentar e preservar as línguas amazônicas,
Moore, juntamente com outros especialistas, explica que na coleta de
dados há uma tendência de confundir a população de um grupo com o
número de indivíduos que falam a língua. "Certamente, o número de
falantes é muito menor do que se pensava e a situação das línguas é,
portanto, mais grave", afirmou.

Línguas e falantes

Além
de ser a região com maior concentração de populações indígenas no
Brasil, a Amazônia concentra dois terços das línguas indígenas faladas
no país.

Apenas no Estado do Amazonas o número de línguas ainda
faladas está entre 50 e 56. Entre as que desapareceram diante do
contato com os não-indígenas estão Baré, Mura, Kokama e Torá. Há
pessoas que se identificam etnicamente como pertencentes a essas
etnias, mas que empregam uma variedade regional/indígena do português.

A
Língua Geral Amazônica (Nhenngatu) é empregada por muitas etnias,
identificando seus membros como indígenas pertencentes a elas (como os
Baré, cuja língua tradicional já não é mais falada).

Segundo
dados apresentados por Pacheco, a maioria das línguas conta com poucos
falantes (abaixo de 100). Entre as com maior número (acima de 4 mil)
estão: Sateré (6.219), Baniwa (5.811), Tikuna (cerca de 35 mil), Tukano
(8 mil), Yanomami (6 mil), Yanomam (4 mil) e Língua Geral Amazônica (6
mil).

No Pará há cerca de 26 idiomas nativos, número semelhante
ao de línguas faladas na Europa Ocidental, apontou Moore. Dessas 26,
duas não têm pesquisas sobre elas. Das demais, 50% têm estudo em nível
de doutorado e muitos artigos publicados, 31% têm estudo em nível de
mestrado e 12% têm boa descrição.

Segundo o pesquisador do Museu
Goeldi, o futuro de uma língua é determinado pela transmissão à geração
subsequente, o que é difícil de apurar. No Pará, foram identificadas
cinco línguas (19%) com índice zero de transmissão. Outras duas (8%)
têm pouca transmissão, três (12%) têm índice médio e 16 (62%) têm boa
ou alta transmissão.

Em Roraima, de acordo com Maria Odileiz
Sousa Cruz, da Universidade Federal de Roraima, há 61 povos indígenas
com menos de 200 falantes do idioma nativo e cinco povos que variam de
10 mil a 20 mil falantes.

O número de falantes em cada uma das
famílias linguísticas no Estado, sem contabilizar o grupo Yanomami, que
vive isolado, é: Makuxí (cerca de 12 mil falantes), Taurepang (600),
WaiWai (2.500), Ingarikó (1.170), Waimiri-Atroari (970), Ye´kuana
(426), Wapixana (4.000), Atoraiú (1) e Sapará (1).

Estratégias

A
demanda por documentação por parte dos grupos indígenas tem aumentado
rapidamente, de acordo com os participantes da mesa-redonda na reunião
da SBPC. Um deles, Euclides Pereira, gerente técnico do Projetos
Demonstrativos para Povos Indígenas, ligado ao Ministério do Meio
Ambiente, reforçou essa preocupação como representante do povo Makuxí.

Segundo
Pereira, não adianta só proteger a língua, é preciso difundi-la. Mas
como se trata de uma língua oral, para ensinar é preciso conhecer sua
estrutura. Há palavras, por exemplo, que só são ditas por homens e
outras só por mulheres, assim como estão surgindo novas no contato com
outros povos e com não-indígenas.

"Não funciona ensinar Makuxí
da mesma forma que se ensina o português. A universidade poderia
contribuir no assessoramento da produção de materiais que explorem não
só a escrita, mas também imagens que envolvam os alunos com histórias,
mitos e fundamentos da língua. Talvez possa produzir vídeos e CDs que
facilitem o entendimento e a difusão", sugeriu.

No Brasil, a
digitalização e a anotação de gravações de amostras naturais de línguas
estão em fase inicial. O Museu Goeldi monta arquivos digitais modernos
em servidores. Arquivos desse tipo têm como beneficiários principais os
grupos indígenas, tal como na Austrália, onde 95% das consultas aos
arquivos são feitas por aborígenes.

Há ainda programas de
alfabetização e revitalização, mas os resultados não são levantados e
avaliados sistematicamente. Uma das iniciativas que visam ao
levantamento da situação de todas as línguas é o Inventário Nacional da
Diversidade Linguística, planejada pelo Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em parceria com a Associação
Brasileira de Linguística (Abralin).

Em Roraima, destacam-se
algumas iniciativas de instrumentalização dos falantes nativos que têm
como objetivo trabalhar com a história das línguas em seus diversos
estágios. É o caso de duas emissoras de rádio que transmitem programas
educativos em línguas nativas. A Universidade Federal de Roraima também
criou o Núcleo Insikiran de Formação Superior Indígena, hoje com 240
alunos, entre outros cursos criados por outras instituições do Estado.

Crédito da imagem: Funai

terça-feira, 16 de junho de 2009

Re: Marcelo Marmelo Martelo

Sara,
Muitíssimo obrigado. Gostei muito da história do Marcelo. Além das reflexões linguísticas de muitos tipos, me encantou a postura dos pais ao final, tentando entender o filho. Fica uma mensagem bonita para a coesão das famílias...
Um abraço,
Prof. Dioney
----- Original Message -----
Sent: Monday, June 15, 2009 10:25 PM
Subject: Marcelo Marmelo Martelo

Professor,
Esse é o livro que te falei, mas como não consegui anexar o arquivo tive que mandar só o link mesmo.

http://www.scribd.com/doc/5308703/Marcelo-Marmelo-Martelo-Ruth-Rocha
 
Sarinha Rodrigues




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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Fw: CNPq - Divulgação do II Encontro Pensando Gênero e Ciências

 
----- Original Message -----
From: CNPq
Sent: Wednesday, June 10, 2009 4:19 PM
Subject: CNPq - Divulgação do II Encontro Pensando Gênero e Ciências


II Encontro Nacional de Núcleos e Grupos de Pesquisa - Pensando Gênero e Ciências

Segundo dados do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em 2002, para cada pesquisador homem havia 0,84 pesquisadora cadastrada no Diretório de Grupos de Pesquisa. A relação diminui ainda mais na concessão de bolsas de produtividade: para cada pesquisador contemplado, há apenas 0,48 pesquisadora na mesma situação. Já na Academia Brasileira de Ciência, por exemplo, as mulheres ocupam cerca de 8% das cadeiras: são apenas 26 num total de 353 membros.

Esses dados demonstram que a participação das mulheres nas carreiras científicas sempre foi significativamente menor que a dos homens, e isso ocorre pela forte discriminação de gênero que há em nosso país. Desta forma, promover e fortalecer a participação igualitária, plural e multirracial das mulheres em espaços de poder e decisão, nas áreas científicas e tecnológicas são pontos cruciais para desconstruir estereótipos  e representações em relação à violência e exclusão de gênero.

O II Encontro Nacional de Núcleos e Grupos de Pesquisa - Pensando Gênero e Ciências, que ocorre em Brasília, entre os dias 24 e 26 de Junho, se propõe a fazer exatamente isso. O encontro, com tema "Institucionalização dos estudos feministas, de gênero e mulheres nos sistemas de Educação, Ciência e Tecnologia no país", visa estimular e fortalecer a produção de pesquisas e estudos na área de gênero e estabelecer medidas e ações que contribuam para a promoção das mulheres no campo das ciências e nas carreiras acadêmicas.

Esse encontro materializa os objetivos gerais do II Plano Nacional de Política para as Mulheres (II PNPM) no que diz respeito à promoção e fortalecimento da participação igualitária das mulheres em todos os campos, na produção de conhecimentos nas áreas de gênero, e na ampliação de debate sobre as dimensões ideológicas do sexismo, lesbofobia e racismo.

O Encontro é direcionado a núcleos e grupos de pesquisa que se dedicam aos estudos das relações de gênero, mulheres e feminismos nas universidades, a pesquisadoras e pesquisadores de todas as áreas de produção do conhecimento interessados na temática de gênero e ciências, e a revistas de universidades e instituições de pesquisa que tenham estes temas como área de interesse. São 300 vagas e para se inscrever, o interessado deve preencher uma ficha de inscrição, disponível em http://www.observatoriodegenero.gov.br/menu/noticias/ficha-de-inscricao-ii-encontro-nacional-de-nucleos-e-grupos-de-pesquisa
Depois de abrir a ficha, o candidato deverá salvá-la no computador, preenchê-la e depois enviá-la para encontrogenero@spmulheres.gov.br.

O evento tem o apoio de diversas redes e organizações, entre elas o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (MCT/CNPq), Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), Programa de Pós Graduação em Estudos de Gênero, Mulheres e Feminismos (UFBA), Coordenação de Igualdade de Gênero (Diretoria de Estudos Sociais/IPEA), entre outras.

Assessoria de Comunicação Social - CNPq

link da noticia: http://www.cnpq.br/saladeimprensa/noticias/2009/0529.htm


 

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Fw: tirinha inteligente

Muito boa mesmo, Renata! Simples e excelente para reflexões diversas.
Um abraço,
Prof. Dioney

 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, May 24, 2009 6:09 PM
Subject: tirinha inteligente

sexta-feira, 15 de maio de 2009

terça-feira, 28 de abril de 2009

Fw: Supremo Ministro

 
Naquele 22 de abril de 2009, nenhum nobre navegante português ousaria nos "descobrir". Descobertos fomos pelos olhos e pela voz do primeiro negro que, com altivez e coragem, no topo da nau capitânia do judiciário, admoestou o pretenso comandante.

Naquele 22 de abril de 2009, não caberia um 7 de setembro em que o filho do rei, futuro imperador do país, daria gritos de independência às margens de um riacho qualquer; ali, ouvimos o brado da liberdade e da insubmissão da voz abafada do povo, silenciada por séculos pelos donos do poder, através de sucessivos crimes de lesa-cidadania: "Respeite, ministro! Vossa Excelência não tem condições de dar lição de moral em ninguém!"

Naquele 22 de abril de 2009, nenhuma princesa "bondosa" assinaria uma vaga lei que nos concedia liberdade, mas nos cassava a condição de cidadãos, proibindo-nos o voto, a escola de qualidade e o trabalho digno; presenciamos, sim, a abolição proclamada em nossas almas, 121 anos depois, pela voz corajosa de um Luís Gama redivivo, encarnando todos os quilombos massacrados e abrindo os portões de todas as senzalas: "Vossa Excelência não está nas ruas; está na mídia destruindo a credibilidade de nossa justiça!"

Naquele 22 de abril de 2009, nenhum marechal, de pijama, ousaria proclamar república nenhuma; o pacto de poder que condenou a maioria de nossa gente a ser um povo de segunda classe viu-se desmascarado pela indignação patriótica de um João Cândido reeditado, que fez a chibata girar em movimento contrário, açoitando o lombo dos que se acostumaram a bater, por séculos a fio: "Respeite, ministro! Vossa Excelência não está falando com seus capangas do Mato Grosso!"

Naquele dia, Ogum, Xangÿ e Oxóssi desceram os três num corpo só e reafirmaram a presença arquetípica da África dentro de nós. Todos os movimentos aparentemente derrotados dos nossos heróis anÿnimos puseram-se de pé, vitoriosos, mesmo que não tivessem vencido uma só batalha. A Revolta dos Búzios, a Revolução dos Malês, o Quilombo dos Palmares, todos, reencenaram seus teatros de operação e puderam, séculos depois, derrotar simbolicamente o inimigo.

Naquele dia, saíram às ruas todas as escolas de samba, de jongo, todos os blocos afros; bateram os candomblés e as giras de umbanda, a procissão da Boa Morte, o Bembé do Mercado de Santo Amaro; brilharam os pequenos olhos da criança negra recém-nascida ao descortinar a luz azul de um futuro melhor.

Naquele dia, materializando todos os nossos sonhos e desejos secularmente negados, Vossa Excelência deixou de ser apenas um ministro do Supremo Tribunal Federal para tornar-se o supremo ministro de todos os brasileiros.

 

Jorge Portugal, baiano de Santo Amaro da Purificação, educador, poeta, membro do Cons. Nacional de Política Cultural secretaria@jorgeportugal.com.br

(Transcrito da página de Opinião do jornal A Tarde, da Bahia, de 28.4.09)

quinta-feira, 23 de abril de 2009

comunicação, linguagem, animais, seres humanos

Olá, turma!
Abaixo, um link de um vídeo muito bom sobre linguagem humana, comunicação animal e congêneres.
Um abraço,
Prof. Dioney